Professor Hariovaldo Almeida Prado

21 outubro 2009

Taxação comunista avança sobre investimentos e mostra a falência do país

Filed under: economia — Hariovaldo @ 16:29
Empresas despencaram na bolsa ontem e não pararão de cair durante dias.

Empresas despencaram na bolsa ontem e não pararão de cair durante dias.

Após mais uma investida comunista contra o capital externo, verdadeiro sustentáculo altruísta que impedia a falência geral da economia brasileira, os índices da bovespa despencaram vertiginosamente muito além da escala levando junto para as profundezas abismais várias empresas e deixando em situação pré-falimentar outras tantas. Foi a maior perda diária desde 22 de junho, quando o Ibovespa caiu 3,66%. Todas as 63 ações que fazem parte do índice perderam valor e no pior momento da sessão, a queda do Ibovespa se aproximou de 5%.  Entre as ações de maior peso no principal índice, a ação preferencial da combalida Petrobras caiu 2,30%, para R$ 36,50; a ação preferencial da pré-falimentar Vale recuou 2,17%, a R$ 40,50; a ação preferencial do Itaú Unibanco murchou 1,94%, para R$ 36,30; o papel ordinário da BM&FBovespa cedeu 8,41%, cotada a R$ 12,41; e o papel preferencial do Bradesco se desvalorizou 2,51%, a R$ 36,00, levando o banco à bancarrota. A empresas perderam US$ 55 bilhões em valor de mercado ontem e continuam a perder hoje e certamente, assim como as bolsas, não deixarão de perder até o fim de tudo.

Apesar de sua insofismável beleza, Míriam é totalmente ignorada pelo governo que finge não ver o fracasso econômico e as profundezas abissais em que mergulhou a economia do país.

Apesar de sua insofismável beleza, Míriam é totalmente ignorada pelo governo que finge não ver o fracasso econômico e as profundezas abissais em que mergulhou a economia do país.

Mais uma vez o governo satânico do PT deu um novo tiro no pé ao taxar a entrada de capital estrangeiro com o IOF, numa medida proposital destinada a arranhar ainda mais a credibilidade da política econômica na tentativa de impedir que o capitalismo nacional vingue. De nada adiantaram os conselhos da grande economista e consultora jornalística Míriam Leitão, que indicou o único caminho válido para salvar a nação com um forte ajuste fiscal, a redução do inchaço da máquina pública com demissões em massa, aliado a uma redução tributária significativa sobre a classe dirigente, e também com a volta das privatizações para diminuir o gigantismo do estado, deixando que o mercado regule por si próprio em total liberdade. É uma pena que mais uma vez o representante das classes ignaras prefira destruir o país do que ouvir as sábias palavras da Míriam. Lamentável.

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