Professor Hariovaldo Almeida Prado

11 junho 2011

Dia dos namorados: A poesia que eu fiz para Dilma

Filed under: Relatos Pessoais — Hariovaldo @ 06:12
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Fleur bleu

Na vida há veredas pelas quais passamos que vez ou outra nos retorna à mente nos momentos de solidão, quando tarde da noite, sentados em frente a lareira recordamos dos tempos idos e das muitas emoções que o passar inexorável dos anos não trazem mais. Lembrei-me agora de um segredo que trago comigo guardado a sete chaves, dos gestos de um professor enamorado por uma jovem aluna em sala de aula, que sonhou em salvá-la do marxismo, tirando-a daquela vida do comunismo estudantil, dando-lhe um lar, uma casa para cuidar e muitos filhos para amar, um futuro decente, longe da subversão e do esquerdismo enganador. E se revelo este segredo agora, é porque o tempo é senhor de todas as paixões e apaga todas as vaidades, e alí, num frio banco de uma faculdade, não pude salvá-la do marxismo ateu e de uma vida sem futuro, mas ainda guardo o rascunho de uma poesia que escrevi-lhe no verso de uma de suas provas:

Doce Dilma

Dantes, dias duravam demais
Depois deixei de dormir
Dedicando-lhe desejos dourados
Duplamente densos, deliciosos!

Diga-me, doce donzela
Diga-me dizeres delicados
Deixando-me desejoso

Dê-me do doce,
Deixe-me doidão
Dominando-me durante dias

Depois direi:
Dilma, demais!!!

                           Professor Hariovaldo Almeida Prado

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